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Além de escorpiões, ratos 'tiram o sono' no Jardim Redentor

Ana Beatriz Garcia
| Tempo de leitura: 2 min

A presença de escorpiões e baratas nas imediações do cemitério do Jardim Redentor, em Bauru, é uma das preocupações antigas dos moradores do entorno. Contudo, nos últimos dias, até ratos estão incomodando os vizinhos do local, que atribuem o aparecimento dos animais ao entulho acumulado no cemitério.

Laissa Azarias, de 18 anos, conta que na casa onde mora, na quadra 1 da rua Santa Matilde, apareceu um rato grande. "Outros já foram vistos na vizinhança também. Eles vêm do entulho que fica no cemitério. Agora, estamos colocando ratoeiras e comprando veneno de rato. Não pode ficar sem, senão eles aparecem", completa.

A família dela ainda gasta cerca de R$ 40,00 de 15 em 15 dias com venenos para escorpiões e baratas. Aos fundos do cemitério, na altura da casa de Laissa, a reportagem encontrou um acúmulo de palhas, restos de caixões e coroas apontado pela jovem. "Quando 'limpam', tiram de lá para colocar na praça do lado de casa", denuncia.

Segundo a assessoria de imprensa da Emdurb, que administra os cemitérios públicos, a queixa em relação a ratos nunca ocorrera antes, nem por parte de moradores, nem por parte de funcionários do cemitério. Ainda assim, o problema será apurado. Ainda reiterou que jamais colocariam material em praça.

O órgão orienta, porém, a registrar a reclamação por meio do e-mail emburb@emdurb.com.br.

ANTIGA PREOCUPAÇÃO

Já a antiga a preocupação dos moradores em relação a escorpiões ficou ainda maior por conta da tragédia ocorrida em Barra Bonita, onde um menino de 6 anos morreu na Santa Casa de Jaú, no último domingo, após ser picado por um escorpião. "Só podemos nos prevenir com os venenos mesmo, é muito perigoso", conclui Laissa.

Em Bauru, em caso de picada de escorpião, é preciso procurar o Pronto-Socorro Central (PSC) ou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bela Vista para tomar o soro antiescorpiônico.

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