Tribuna do Leitor

Brasileiro, profissão esperança

Zé Francisco Camilo
| Tempo de leitura: 1 min

Dercy Gonçalves, a vedete Virginia Lane, e as cantoras do rádio Emilinha Borba e Linda Batista eram aclamadas, e viam-se sob os holofotes da fama, atraindo seus fãs com as rivalidades que alimentavam entre si e as imortalizaram.

Pois bem! Getúlio Vargas, "o baixinho que mudou um país", foi aquele que primeiro reconheceu e dignificou o trabalho e valor dessa "gente". Há 40 anos, em 1978.

Finalmente, após hercúleo empenho, a profissão foi reconhecida! Carteiras de trabalhos assinadas, direitos e DRT assegurados. Mas, a essa altura do campeonato, a julgam desnecessária?

Querem ignorá-la?

DRT pra quê?

E assim caminhamos cabisbaixos, com direitos adquiridos cancelados, extirpados. Prevalecendo o ranço e velhos conceitos sobre nossos ofícios: vagabundos sobrevivendo à margem e dependentes de editais, projetos, patrocínios ou algum generoso mecenas, ou não!?

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