Internacional

1 de Maio: confrontos marcam atos em várias partes o mundo


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Jaime Saldarriaga/Reuters
Presidente dos EUA, Donald Trump, foi vestido com uniforme nazista durante ato em Bogotá

Dezenas de pessoas foram presas nesta terça-feira (1) em Istambul, após tentarem entrar na praça principal da cidade durante a manifestação pelo Dia do Trabalho. O governo turco tinha proibido atos no local por questões de segurança. Toda a região em volta da praça Taksim foi bloqueada pela polícia, mas isso não impediu grupos de tentarem chegar ao local.

Além da Turquia, a França também registrou confrontos após grupos anarquistas convocarem protestos pelo país. A polícia de Paris usou bombas de gás e canhões de água para dispensar os manifestantes, a maioria mascarados, que estavam destruindo vidros de lojas e restaurantes na cidade. Não há informação sobre o número de pessoas feridas ou detidas.

O protesto também teve cantos contra o presidente Emmanuel Macron, que tenta aprovar uma reforma trabalhista e previdenciária. A previdência também foi alvo de protestos na Espanha, onde os manifestantes pediram melhores salários e um aumento na aposentadoria, além da igualdade de gênero. O assunto também foi citado em discurso na Suécia.

Na Áustria e na Dinamarca os manifestantes criticaram os governos locais, de centro-direita. Em Viena, o principal alvo eram os cortes propostos pelo novo chanceler, Sebastian Kurz. Manifestantes na Coreia do Sul e nas Filipinas também criticaram o governo e pediram melhorias nas condições de trabalho.

Em Havana, a capital cubana, as celebrações foram conduzidas pelo presidente Miguel Díaz-Canel, que assumiu o poder na ilha em 19 de abril. Na Colômbia, o presidente dos EUA, Donald Trump, foi o principal alvo dos protestos. Vestido de nazista, ele desfilou pelas ruas de Bogotá sob vaias.

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