Através de notícia do Jornal da Cidade, tomamos conhecimentos do benefício de tratamento de saúde nas ruas, estratégia das mais eficientes de cidadania para os moradores de rua.
Tenho certeza que com esse equipamento móvel serão resgatadas mais vidas do que se espera.
Parabenizamos o alcaide Clodoaldo Armando Gazzetta, vossa excelência e o secretário do Bem-Estar Social pela coragem de fazer pelo povo o que o povo precisa.
Penso nesse momento o que Vossa Excelência poderia fazer de pronto para melhorar a sobrevida de nossos alunos deficientes mentais e idosos. A Apiece não tem convênio com o SUS e não foi por falta de luta. Até o doutor José Alberto de Souza Freitas (Tio Gastão) reivindicou aos secretários de Saúde do Estado de São Paulo pela nossa instituição.
Não acredito que seja impossível conveniar a Apiece ao SUS, pois ela tem mais de 30 (trinta) anos de existência, sustentabilidade comprovada e todo dia temos um apelo de vaga.
Graças ao ex-prefeito Rodrigo Agostinho, conquistamos mais um próprio ideal para o SEID - Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosos e suas Famílias, na mesma rua, Zéphilo Grizoni, 7-45, duas casas ao lado da sede, que fica no número 7-87, que comportaria o atendimento SUS. Temos um projeto que está nas mãos do atual prefeito de desapropriação da casa vizinha, ou seja, o numero 7-59 da mesma rua.
Portanto, secretário José Eduardo Fogolin, planejamos e sonhamos uma estrutura de saúde para os deficientes mentais tão excluídos da nossa sociedade e esquecidos pelos políticos..
No aguardo de uma resposta que convença nosso idealismo, parabéns pela aquisição publicada hoje e pelas demais que virão beneficiar a Apiece.
Os moradores de rua são excluídos também, mas têm higidez mental. Os nossos alunos e usuários são dependentes, limitados e 40% órfãos!