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PF prende 'agente político' com R$ 4,6 milhões e US$ 216 mil em dinheiro vivo

Estadão Conteúdo
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A Operação Prato Feito prendeu três agentes políticos em flagrante, por posse de dinheiro vivo em grande quantidade. No município de Mongaguá, litoral sul de São Paulo, a Polícia Federal encontrou na residência de um investigado R$ 4.613.610 e mais US$ 216.763 em espécie. Ele foi preso em flagrante por crime de lavagem de dinheiro.

Em outra cidade, Mauá, na Grande São Paulo, os federais fizeram mais dois flagrantes contra outros dois agentes políticos, com quem foram localizados os montantes de R$ 588.417 e R$ 87 mil em dinheiro vivo.

A Operação Prato Feito põe sob suspeita pelo menos 30 prefeituras paulistas. Treze prefeitos são investigados. Ex-prefeitos, secretários municipais, lobistas, empresários e servidores públicos estão na mira da PF e da Controladoria-Geral da União.

A PF pediu a prisão de 62 investigados, mas a Justiça Federal autorizou apenas buscas.

O balanço da grande missão, divulgado no final da tarde desta quarta, 9, mostra que todos os 154 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Municípios com contratos suspeitos de fraudes na operação Prato Feito:

1. Cubatão

2. Itaquaquecetuba

3. Jaguariúna

4. Leme

5. Mairinque

6. Monte Mor

7. Peruíbe

8. São Bernardo do Campo

9. São Paulo

10. São Sebastião

11. Tietê

12. Votorantim

13. Barueri

14. Pirassununga

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