| Marcelo Gonçalves/Estadão Conteúdo | |
![]() | |
| Polícia Militar prendeu, nesta quinta-feira (10), o dono da empresa de refrigerantes Dolly, Laerte Codonho, em sua casa na Granja Viana, em Cotia, na Grande São Paulo |
A Polícia prendeu nesta quinta-feira, 10, o empresário Laerte Codonho, dono da fábrica de refrigerantes Dolly, por suspeita de fraude fiscal continuada e estruturada, sonegação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Codonho foi preso em sua residência no município de Cotia, na Grande São Paulo, e removido para o 77º Distrito Policial, no bairro de Santa Cecília, no centro da capital paulista. A Justiça decretou a prisão temporária do empresário.
O Ministério Público, que conduz a investigação por meio do Gedec - braço da Promotoria que combate delitos contra a ordem econômica -, informou que foram confiscados helicópteros supostamente adquiridos pela Dolly com recursos provenientes da fraude.
Os investigadores estimam em pelo menos R$ 4 bilhões o volume de fraudes fiscais.
Defesa do dono da Dolly diz que prisão é 'injusta' e que recorrerá
A defesa de Laerte Codonho, dono da fábrica de refrigerantes Dolly, disse que a prisão do empresário é injusta. Segundo a defesa de Codonho, ele sempre colaborou com as autoridades. Os advogados também disseram que recorrerão da decisão.
"Em relação à prisão temporária do empresário Laerte Codonho, detentor da marca Dolly, reforçamos que a prisão é injusta. Laerte Codonho sempre colaborou com as autoridades, e tem certeza que provará sua inocência. A defesa recorrerá da decisão e confia na Justiça", destacou a defesa do empresário.
