HAJA CORAÇÃO
Recompensa nos acréscimos após 90 minutos de sofrimento. Marcelo cruzou, Firmino cabeceou para Gabriel Jesus que não conseguiu dominar. A bola sobrou para Philippe Coutinho, de bico, fazer 1 a 0. Se já estava bom melhorou ainda mais 4 minutos depois quando Neymar consolidou contra a Costa Rica, nossa primeira vitória na Copa do Mundo. A Seleção Brasileira teve muita dificuldade no 1º tempo por conta da retranca costa-riquenha (5 zagueiros, 4 meio-campistas e só um atacante) mas matou a pau no 2º período, veloz e criando inúmeras chances para marcar. Tite mexeu bem com as entradas de Douglas Costa e Firmino. Um deles pode ser titular no lugar de Gabriel Jesus. Willian não foi bem ontem mas eu não barraria o atacante do Chelsea, formado no Corinthians. E por falar em Timão, gostei de Fágner, e achei Coutinho o melhor em campo. No nervoso jogo em São Petersburgo o Brasil não deu show mas mereceu vencer, foi melhor do que na estréia e encaminhou a vaga nas oitavas
OITAVAS
Com a virada em cima da Sérvia, a Suíça chega aos 4 pontos, assim como o Brasil, que agora só precisa empatar com os sérvios 4ª feira
NO PÁREO
Eu queria dizer que a Nigéria era a lanterna do Grupo D e não que estava eliminada. Vencendo a Islândia, o time africano está firme no páreo, dependendo só de si para se classificar. Só que ajudou a Argentina. Os hermanos avançam batendo os nigerianos, mas contando com tropeço da Islândia contra a Croácia
TUDO OU NADA
Batida pelo México, Alemanha faz jogo crucial contra a Suécia, podendo ser eliminada hoje se perder e o México ganhar da Coréia do Sul no outro jogo do Grupo F. Aí, suecos e mexicanos se classificam. Líder do Grupo G, a Bélgica deve ganhar da Tunísia e entrar nas oitavas.
ARBITRAGEM
Nossa Seleção fez bem em não reclamar na anulação do pênalti em Neymar que o juiz havia marcado. Reclamar da arbitragem é mais chato do que ser beneficiado, como acontece com alguns gigantes do Brasileirão. Time que se preza ganha na bola.
MEMÓRIA
Mundial de 2006: Brasil 1 x 0 Croácia, em Berlim, gol de Kaká. Árbitro: Benito Archundia. Público: 72 mil. Brasil: Dida; Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Émerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Adriano e Ronaldo (Robinho). Técnico: Parreira. Croácia: Pletikosa; Simic, Kovac, Simunic e Srna; Niko (Leko), Tudor, Kranjcar e Babic; Klasnic (Olic) e Prso. Técnico: Zlatko Krajar
AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço ex-volante profissional João Carlos Travain, o Rei de Agudos.