FIM DO SONHO
O sonho do hexa fica para 2022, no Catar, já que na Rússia, desmoronou-se como um castelo de areia. A Bélgica fez o resultado no 1º tempo, mereceu vencer e encara a França nas semifinais, terça-feira em São Petersburgo. Ontem em Kazan, o Brasil foi mal na etapa inicial e cresceu na complementar com Renato Augusto e Douglas Costa. A Seleção Brasileira lutou muito, fez o que pode, mas com o goleiro Courtois pegando tudo e o atacante Hazard só não fazendo chover, seria quase impossível passar pela ótima geração belga. Prefiro não comentar se houve ou não pênalti a nosso favor, e é muito fácil agora detonar a Seleção. O Brasil foi eliminado nas quartas de final, não exibiu um futebol exuberante nas fases anteriores, porém, não deu vexame no Mundial que é paulera. Prova disso foram as eliminações da Alemanha, Argentina e Espanha. Com os quatro sul-americanos eliminados, teremos uma final europeia e vou torcer para a Bélgica, que tem tudo para ser campeã.
SHOW FRANCÊS
Além da ausência de Cavani, a França foi beneficiada com um frango do goleiro uruguaio. Griezmann chutou da intermediária, Muslera tentou espalmar e a bola caiu na rede. Mas não foi só por isso que os franceses ganharam de 2 a 0. Com um futebol veloz e envolvente o time de Deschamps dominou o jogo todo e em nenhum momento levou sufoco. Impressionante o conjunto e a habilidade dos Bleus.
DEFINE
Os jogos Suécia x Inglaterra e Rússia x Croácia definem a outra semifinal. Ás 11h em Samara, ingleses tentam encerrar longo jejum, já que desde 1990 não disputam uma semifinal de Mundial. Não há favorito. Russos e croatas se enfrentam às 15h em São Petersburgo mirando vaga inédita. Pode ser um duelo truncado, equilibrado e decidido nos pênaltis.
SINISTRO
A pedido da Brahma, um dos patrocinadores da Seleção, Yuri Torsky, o russo fã do Brasil e de feição assustadora, foi trazido de sua cidade (Samara) para Kazan, local do jogo de ontem.
CORREÇÃO
O técnico José Mourinho disse que Portugal faria a final contra a Argentina e não contra Espanha.
MEMÓRIA
Mundial de 1958: Brasil 0 x Inglaterra, em Gotemburgo. Árbitro: Albert Dusch. Brasil: Gilmar; De Sordi e Bellini; Dino Sani, Orlando e Nilton Santos; Joel, Didi, Mazzola, Vavá e Zagallo. Técnico: Vicente Feola. Inglaterra: McDonald; Howe e Banks; Clamp, Wright e Slater; Douglas, Robson, Kevan, Haynes e Court. Técnico: Walter Winterbottom.
AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço Betinho Magalhães - professor, músico, jogou ótimo futebol.