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Queima do Alho é no domingo


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Aceituno Jr.
Assim como nos anos anteriores, cavalgada seguirá até o Centro Rural de Tibiriçá, onde haverá a festividade com o almoço

No próximo domingo (22), vai ser realizada a 2.ª Cavalgada e 2.ª Etapa do Circuito Centro-Oeste Paulista da Queima do Alho em Tibiriçá. O evento é uma realização da Comitiva Costela e Viola e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Bauru, através das secretarias municipais de Cultura e de Agricultura e Abastecimento (Sagra).

O horário de saída da cavalgada será às 9h, em frente ao Posto Comandante, na rodovia Bauru-Marília. De lá, segue por estrada de terra, em um percurso de aproximadamente 14 quilômetros, até o Centro Rural de Tibiriçá, local do evento.

Cerca de 20 comitivas de todo o Estado de São Paulo participarão da festividade. A entrada é gratuita e conta com doação solidária de 1 quilo de alimento não perecível, que será doado para a Creche de Tibiriçá, Casa da Sopa da Vila Dutra e Campeonato Rural.

PROGRAMAÇÃO

O evento no Centro Rural, que vai das 10h até as 17h, conta com a apresentação de duplas de moda de viola, sertanejo e sertanejo universitário e também com venda de almoço composto por arroz carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne seca, farofa, carne no disco de arado.

A festividade também terá venda de pastéis, recreação para crianças e Bazar da Pechincha. É proibida a entrada com bebidas.

SERVIÇO

A cavalgada ocorre no próximo domingo (22), com saída do Posto Comandante, às 9h. Já o evento no Centro Rural de Tibiriçá (rua Carmelo Zamataro, 2-64) começa às 10h. Mais informações: (14) 99813-2100. Facebook: Costela e Viola. Fan Page: Circuito Centro Oeste Paulista da Queima do Alho.

Você sabia?

A queima do alho é um concurso culinário, em que o vencedor é o cozinheiro que prepara a melhor refeição à moda dos tropeiros, no menor espaço de tempo. O prato é composto de arroz carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne seca e churrasco no arado e é feito em fogão improvisado, bem próximo ao chão. A história desta tradição data o tempo em que os tropeiros viajavam para vender seus bois. Os grupos eram compostos por um cozinheiro, um ajudante de cozinha e peões. Como as viagens eram longas, duravam entre três e quatro meses, os cozinheiros tinham a preocupação de trazer, no lombo dos animais, alimentos não perecíveis, conservados no sal grosso.

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