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Um triste número que não para de crescer. Ainda praticamente na metade, 2018 já é o segundo ano mais letal de gripe A da história de Bauru. Nessa quinta-feira (19), a Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Saúde Coletiva, confirmou mais seis casos positivos de H1N1 e um de Influenza A - não subtipado, sendo que dois desses pacientes não resistiram. Agora, já são dez mortes por gripe A na cidade.
Os nomes dos novos pacientes não foram divulgados pela prefeitura. A vítima fatal mais recente é uma mulher, de 67 anos, que morreu no dia 14 de julho e estava internada na UTI de um hospital público da cidade desde o dia anterior. Não há informações se ela, que tinha diabetes, havia tomado ou não a vacina. A amostra deu positiva para Influenza A - não subtipado.
Já a outra morte ocorreu no dia 11 de julho. Trata-se de outra mulher, de 43 anos, que não tinha comorbidades e que não tomou a vacina. Seu caso foi confirmado como H1N1.
MAIS CASOS
Além dos dois óbitos, a prefeitura confirmou ontem mais quatro registros de H1N1: uma mulher, 37 anos, sem comorbidades; um homem, 54 anos, hipertenso e obeso; outro homem, 50 anos, sem comorbidades; uma mulher, 54 anos, portadora de doença cardiovascular crônica, diabetes e obesa; e uma idosa, 70 anos, também com doença cardiovascular crônica e obesidade.
A grande maioria dos pacientes apresentou febre, falta de ar, tosse e dor no corpo.
EM NÚMEROS
Agora, a cidade totaliza, até o momento, 27 casos positivos de Influenza - com dez mortes -, sendo 23 de H1N1, três de H3N2 e um não subtipado.
Levando em conta o número de óbitos, 2018, ainda pela metade, já é o segundo mais trágico da história. Este ano só perde para 2016, ano que registrou o maior número de vítimas fatais: 11.
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Cobertura vacinal?
Se o número de mortes assusta, a prefeitura afirma que o município atingiu a meta de vacinação durante a campanha, que finalmente foi encerrada após consecutivas prorrogações. O objetivo era vacinar 90% e, de acordo com levantamento da Secretaria de Saúde, a cobertura vacinal ficou em 90,34%. Os grupos com menos adesão foram o das gestantes (75,24%) e o das crianças (78,99%).
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