A impressão que tenho hoje é que tudo se repete nos dias que se vão e, como já disse alguém, "não há nada de novo no front". Como escreveu o alemão Erich Maria Remarque, no livro que se tornou best seller "I'm Westen nichts neues", que depois virou filme, sobre os horrores da primeira guerra mundial, onde lutou, e que na volta para casa se deparam (os soldados) com a indiferença da vida civil alemã para com a guerra, sendo que o filme (baseado no livro) foi agraciado com o Oscar.
Basta-nos comparar também jornais, TVs e a internet, o nada de novo no "macro mundo" nem no "mundo micro".
Então, uma das figuras de maior atenção mundial no momento,seria o presidente norte-americano, Donald Trump, exatamente pela sua bestialidade, tipo detestável e ridículo, pior, justamente talvez por ser autêntico, pois é claro que os outros presidentes que o antecederam não foram exemplos de caráter com suas políticas, com o lema "tudo de melhor no mundo", que fique apenas com os americanos, onde ele se perpetuaria.
Mas a impressão de que já vimos ou participamos desse filme antes não para por aí e vai a médicos que matam também. Vão em sequência os crimes bárbaros contra crianças (inclusive), a perda de coisas tão ou mais importantes para nós que nossa saúde, nossa educação, que seria a Copa do Mundo de futebol, que agora caça suas bruxas, que caíram em campo de batalha.
E vem vindo aí as eleições de outubro, para o povo brasileiro que vê as "piores" cenas dessa "comédia" o ano inteiro, e agora por A ou por B, por PC, por PT ou pelos PMDB, tem a obrigatoriedade de fazer papel de figurante, indo às urnas votar e assim eleger com o "Oscar" todos os seus atores canastrões.
E o povo continua a padecer por moléstias novinhas ou pela ressurreição das que tinham-se ido, com a erradicação.
Entretanto, se é o que temos para hoje, temos que provar e comer da comida que temos, ou morrermos por inanição.
Ou talvez mesmo eu não tenha um pingo de razão e esse meu pessimismo encontre explicação na medicina moderna ou antiga, como uma forma patológica da desilusão.
"Espere aí, pois não me lembro se tomei hoje minha Certralina e nem o meu Rivotril..."
Bis bald! (Até breve!)