| Agência Câmara/Divulgação |
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| Tripoli defende atuação conjunta de senadores e governadores |
Candidato a senador neste ano, Ricardo Tripoli (PSDB-SP) defende um trabalho mais integrado entre os três senadores do Estado com o governador. Essa é uma das propostas do parlamentar, que já foi vereador em São Paulo, deputado estadual e atualmente é deputado federal. "Eu não pulei etapas, atuei no Legislativo nas três esferas. Me sinto preparado para agora ser eleito senador", disse, em entrevista ao JC.
"O Senado é uma Casa revisora, que tem um papel muito importante, pois cada Estado tem três senadores, e eles estão lá representando seus Estados. Por isso, devem atuar em conjunto com os governadores, ajudando a resolver os problemas, independente do partido que são", afirma.
Na campanha, Tripoli está junto com o candidato a governador João Dória, o candidato a presidente Geraldo Alckmin e a também candidata a senadora Mara Gabrilli, uma vez que, neste ano, dois senadores de cada Estado serão eleitos. "Vamos atuar juntos com o Dória de governador e o Alckmin de presidente, que levará ao Brasil tudo o que fez em São Paulo, um dos poucos ou até mesmo o único Estado que está com as contas em dia, pela gestão eficiente do Alckmin", resume.
Outra prioridade do candidato, caso eleito, é lutar por melhor distribuição dos recursos federais. "O Estado de São Paulo contribui com R$ 511 bilhões por ano em impostos, e o retorno é de apenas 7% desse valor, algo injusto, não é compatível com as necessidades do Estado. A distribuição dos recursos precisa ser mais justa, por isso muitas regiões paulistas têm dificuldade em conseguir verba federal, pois, na hora de mandar para os Estados, São Paulo recebe muito pouco", comenta o parlamentar, que foi líder da bancada tucana na Câmara dos Deputados. "Os recursos vão, mas não voltam, e isso dificulta muito para São Paulo, que sente dificuldade de fazer novos investimentos que a população necessita. Isso precisa mudar".
Por fim, Tripoli diz que estará perto do próximo governador. "Vou representar o Estado de São Paulo se for eleito senador, para ajudar o governo estadual e os prefeitos. Isso é o que falta. Os últimos senadores que não eram do mesmo grupo político do governo do Estado contribuíram pouco, e isso não pode acontecer. O senador precisa estar perto e ajudar a buscar recursos", frisa.
