Tribuna do Leitor

Corrigindo

Benedito José Almeida Falcão
| Tempo de leitura: 1 min

Embora para a grande maioria das pessoas possa ter passado despercebido, venho aqui corrigir um equívoco meu, no texto publicado em 12/08 p.p., intitulado "A Grande Pirâmide". Ali, investindo na celeridade ao elaborar o texto, acabei deslizando numa citação, atribuindo ao filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau a frase "o homem é o lobo do homem". Assim, antes que me corrijam, penitencio-me.

Apesar das controvérsias de tradução e significância, a teoria mais aceita é que a frase, na verdade, pertence originalmente ao dramaturgo romano Plauto, que viveu entre 254 a 184 a.C., fazendo parte de sua peça Asinaria, com a seguinte redação: "lupus est homo homini non homo". Apesar disso, a frase ficou eternizada, ganhando o sentido mais conhecido "homo homini lupus" ou "homo homini lupus est" (segundo algumas versões), na obra De Cive ("Do Cidadão" ou "Sobre o Cidadão", numa tradução mais atual e menos ortodoxa), do matemático e filósofo inglês Thomas Hobbes.

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