Tribuna do Leitor

O João e o Mané

Márcio M. Carvalho
| Tempo de leitura: 2 min

Neste clima de eleições e principalmente nestas atuais, com extremismo e semeadura de ódio de brasileiros contra brasileiros, em uma sequência de ódio iniciada pelo personagem que identificaremos como Mané.

O primeiro, orientado pelo marqueteiro João e mesmo sendo milionário, incentiva os pobres e remediados contra os ricos e banqueiros, mirando em seus inimigos políticos. Sendo nortista, incentiva o ódio norte e nordeste contra sul e sudeste de forma nunca antes conhecida na história brasileira. Enquanto isto, os banqueiros riem desta polêmica, aferindo os maiores lucros de toda história no governo do Mané e de seus postes.

O fim desta primeira parte as história é a eleição da Maria Posta, já que feminista não aceita o adjetivo "poste" em seu masculino. Ruim politicamente e um desastre na administração, mas devidamente preparada pelo João, ganha a eleição. Como nenhuma mentira pode persistir pra sempre, Maria Posta é impichada e o Mané vira presidiário, João é preso mas logo solto e parecia ser este o fim da história.

Mas como todas as coisas no Brasil são esquecidas em quatro anos de mandato, o Mané, repetindo os mantras de "inocente", "sem provas" e "gorpe" idealizados por João Goebbels, consegue popularidade, comprovando que não necessariamente a voz do povo é a voz de Deus. Seu oponente "messiânico" alcança também resultados radicalizando pelo lado contrário, com intolerância com gays e minorias e elogio a torturadores, desde que de direita.

Como felizmente a Justiça tem boa memória, o Mané continua preso e, como um Fernandinho Beira Mar, comanda da cadeia a campanha eleitoral, escolhe um novo representante (F.H. Poste), que ao menos não tropeça no vernáculo, mas tem fidelidade canina ao Mané e as suas demagógicas políticas para novamente afundar o país. E o messiânico se destaca do lado oposto com intransigência semelhante.

João Goebbels está novamente está prestes por conseguir a façanha, desta vez sem aparecer, deixando todo o Brasil refém de uma escolha infeliz entre o brucutu messiânico e o Mané que nunca leu um livro e mesmo se dizendo de esquerda nunca entendeu direito o que é isto.

Que dia triste, que dia de escolha entre a dúvida com o messiânico e o desastre certo com o Mané do tríplex e toda sua organização, que se voltarem podem terminar o extermínio do Estado brasileiro, quase ocorrido em 2015.

Comentários

Comentários