Não sei o nome do munícipe aposentado retratado nem sei o nome do município no fato real relatado.
Na fala e imagem de "Nosso Campo", televisionado, agricultor decidido, espírito vivo, ego bem orientado, aproveita a lei municipal que favorece a clara iniciativa para a ação produtiva de gente de bem, esclarecida.
O aposentado lavra o terreno abandonado, à deriva, cria horta, pomar e todo vegetal útil à precária vida.
Algo impressiona na história de vida bem verdadeira. Quem paga caro verdura e fruta na costumeira feira, entra no espaço quem deseja, com as mãos, colher vai, em frente, enche a cesta de sabores a lhe apetecer.
Tudo é de graça num país de endinheirados e pobreza, ninguém paga nada a ninguém, num mundo de riqueza.
Tomara que o lavrador não desanime e vá sempre avante, na caminhada de ajudar as pessoas na lida dura, cruciante de sobreviver com dignidade e longe de veros carecimentos.
Oxalá, muitos encontrem à frente com gente de sentimento, capaz de dar sentido à vida ao pensar no ser em sofrimento.