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Estudantes fazem imersão em biomedicina durante jornada nesta semana em Bauru

Tisa Moraes
| Tempo de leitura: 2 min

Fotos: Malavolta Jr.
Laboratórios ficaram tomados por alunos nessa terça (16), em workshops

Os alunos do curso de Biomedicina do Câmpus de Bauru da Universidade Paulista (Unip) participam, nesta semana, da Jornada de Biomedicina, evento que oferece palestras e workshops para mostrar as principais tendências na área. Temas como toxicologia forense, biomedicina estética e bioinformática serão tratados até amanhã, quando também ocorre o encerramento e entrega de certificados.

Patrícia Garcia, coordenadora do curso, fala sobre o evento

Criado há 11 anos, o curso de Biomedicina da Unip tem conceito máximo (cinco) do Ministério da Educação e foi classificado neste ano pelo Ranking Universitário Folha (RUF) como o nono melhor do País, sendo o mais bem avaliado entre as instituições privadas. "No Brasil, é uma área de conhecimento relativamente nova, mas que já tem 30 habilitações, com interfaces em vários ramos de pesquisa, tecnologia e diagnóstico", comenta a biomédica Patrícia Carvalho Garcia, coordenadora do curso da Unip em Bauru.

Com 14 horas diárias de programação, a jornada foi iniciada ontem com a presença do Dr. Bactéria, como ficou conhecido na TV o biomédico Roberto Martins Figueiredo. Hoje à noite, ocorre a 13.ª Expolab, com estandes que irão mostrar as várias de atuação do biomédico.

Já amanhã, haverá exposição dos cursos de graduação da Unip a estudantes de escolas de Ensino Fundamental e Médio. "A jornada é parte do nosso compromisso com o conhecimento, o que faz com que a gente tenha alunos muito motivados, que querem aprender e não apenas receber um diploma no final do curso", garante.

Segundo Patrícia, devido à expansão do mercado de trabalho em biomedicina, há dois anos a Unip passou a ofertar o curso em dois períodos - manhã e noite. Quando formados, boa parte dos profissionais, ela conta, é absorvida em hospitais, centros de diagnóstico e laboratórios.

"Vários alunos se voltam à pesquisa e vão dar continuidade aos estudos em outras cidades e até fora do País. Mas a grande maioria vai para o mercado de trabalho, para atuar em análises clínicas e em diagnóstico por imagem", complementa.

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