Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
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MERECIDO 

Recordista de títulos da Copa do Brasil, Cruzeiro conquistou o hexa com méritos indiscutíveis. Como afirmei no dia da decisão, além da boa vantagem do empate, o time celeste é melhor. Aliás, disse também que o elenco cruzeirense não deve nada ao palmeirense. O Cruzeiro não exibiu um futebol de encher os olhos e sim de aplicação. Jogou com cautela mas com inteligência, foi buscar o gol na hora certa, soube se defender e administrar a vantagem. Já o Corinthians, jogou de igual para igual, caiu de pé e chegou à final com um time modesto, além de receber mais de R$ 40 milhões, sendo 20 pelo vice e 22 milhões por avançar nas duas fases anteriores da importante competição. O setor mais fraco do Timão é o ataque. Nos 5 últimos jogos fez só um gol ainda assim de pênalti polêmico

POLÊMICA

A Copa do Brasil entrou para a história. É a primeira competição nacional decidida pelo VAR, que protagonizou dois lances duvidosos. O Cruzeiro reclamou do pênalti para o Corinthians. Depois foi a vez do Timão protestar contra anulação do gol de Pedrinho. Quase impossível jogo sem polêmica

ZOANDO

Thiago Neves postou em seu Instagram: "Para de chorar galinhada". Cruzeiro bombou nas redes sociais após conquista

DANÇA

Dos 20 times do Brasileirão, só São Paulo, Cruzeiro, Inter e Grêmio não trocaram de técnico. Os últimos que dançaram foram Thiago Larghi (Atlético-MG) e Claudinei Oliveira (Paraná), substituídos por Levir Culpi e Dado Cavalcanti

DIFICÍLIMO

Afirmei que o Grêmio, jogando em casa e buscando a liderança contra o Avaí, que estava no Z4, era o maior favorito da rodada (Brasileirão de 2017). Cléber Gaúcho discordou, explicando que em grande x pequeno não há favorito. O Avaí venceu por 2 a 0. Dudu não exagerou ao dizer que o jogo do Palmeiras contra Ceará, domingo, deve ser mais difícil do que as partidas diante do São Paulo e Grêmio, ambas vencidas pelo Verdão por 2 a 0

MEMÓRIA

Final da Copa do Brasil de 1999: Botafogo 0 x 0 Juventude, no Maracanã. Árbitro: Antônio P. da Silva. Botafogo: Wagner; Fábio Augusto (Leandro Ávila), Bandoch, Jorge Luís e César Prates; Júnior, Reidner, Caio (Rodrigo) e Sérgio Manoel; Bebeto e Zé Carlos. Juventude: Émerson; Marcos Teixeira, Índio, Picoli e Denis; Roberto, Lauro (Kiko), Flávio e Mabília (Gil Baiano); Maurílio e Márcio Mixirica

CURIOSIDADE

O Juventude sagrou-se campeão tinha havia vencido por 2 a 1 em Caxias do Sul. O público da final no Maracanã foi o maior da história da Copa do Brasil: 102 mil.

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