Esportes

Judô: Sabino comanda seleção feminina em Grand Prix na Holanda

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

Malavolta Jr.
Mario Sabino vai dirigir time forte e perspectiva é de pódio em Haia

O bauruense Mário Sabino Junior viaja hoje para a Holanda com a delegação brasileira que vai disputar o Grand Prix de judô na cidade de Haia. A competição integra o calendário do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô. Sabino é o técnico do time feminino brasileiro, que vai contar com Sarah Menezes (48kg), Nathália Brígida (48kg), Larissa Pimenta (52kg), Eleudis Valentim (52kg), Ketleyn Quadros (63kg), Yanka Pascoalino (63kg), Maria Portela (70kg), Ellen Santana (70kg) e Samanta Soares (78kg) na busca por pódios e pontos no ranking mundial. A lutas ocorrem de sexta a domingo, envolvendo 443 judocas de 66 países, sendo 258 homens e 185 mulheres.

Sabino afirma que o time brasileiro embarca otimista. "São boas as perspectivas. Vamos com um time forte, com atletas experientes, como a Sarah, Ketleyn, que são medalhistas olímpicas, além da Eleudis, que tem várias medalhas em competições importantes, e jovens promissoras", comenta. O bauruense espera uma competição acirrada. "Todos os países vão estar fortes, porque, mesmo depois do Mundial, a briga por pontos no ranking para estar nas próximas Olimpíadas segue", explica Sabino.

Assim, as maiores potencias do judô vão estar com força total na competição. "Os países europeus, como a França, além dos asiáticos, Japão, China, a Mongólia, que também é forte... É matar um leão por dia", brinca Sabino, que vai acumulando experiência no comando do time feminino do Brasil. "Já estive como o feminino em Grand Slams, Grand Prix... Para mim, não é novidade", relata. Sabino elogia o trabalho com o feminino. "As judocas são receptivas às orientações que são passadas, a gente percebe um interesse e a curiosidade em se aperfeiçoar", aponta.

Sabino lembra que o feminino, hoje, vem conseguindo os principais resultados do judô brasileiro. "Elas cresceram, mantêm-se com bons resultados e são a principal força do judô brasileiro hoje. No último Mundial o Brasil só conseguiu uma medalha e foi com o feminino, o bronze da Erica Miranda", observa o bauruense, que volta a comandar uma equipe da Confederação Brasileira de Judô, após hiato de dois anos, onde a entidade passou por crise de patrocínio.

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