Somos mais de 208 milhões de habitantes no Brasil à espera de um milagre. À espera de que se cumpram as promessas do novo presidente da República. O Capitão do Exército Brasileiro - já na reserva, Jair Bolsonaro: de melhorar a educação, com escolas decentes, melhorar a segurança com policiais bem treinados, bem pagos e honestos; melhorar a saúde, para que possamos, assim, como outros políticos prometeram, ter hospitais com a qualidade do Albert Einstein, melhorar o emprego para atenuar o desespero de 12,7 milhões de desempregados, melhorar a gestão pública nas áreas mais carentes e importantes para a sociedade, diminuir a carga tributária, para que as empresas possam gerar mais postos de trabalho... a atual situação da saúde, educação e segurança está levando nosso povo ao desencanto e à frustração... as outras áreas, como agronegócio, indústria, comércio e serviços, não menos importantes, não delas não se ocupou nem falou... também não falou sobre transportes, habitações, saneamento, há ia me esquecendo! Sobre a Previdência Social, ele disse que é preferencial a reforma - "não vamos deixar por conta do poste e do Posto Ipiranga "como disse o senhor Paulo César Régis de Souza - vice-presidente executivo da "Anasp" - Associação Nacional dos Servidores Públicos, da Previdência e da seguridade social... levamos 96 anos para construir uma Previdência digna de Bismark e do Dr. Eloy Chaves. A Previdência espanhola (país do meu querido e saudoso pai, João Álvares Spin) foi construída com base no paradigma brasileiro. Cerca de 200 mil servidores participaram deste esforço nas caixas e nos institutos. (Lá não existia a corrupção e os desfalques na Previdência Social)... Mas enquanto as entradas foram maiores que as saídas. Sobrava dinheiro para construir Csn. Vale Hospitais, ambulatórios, Conjuntos Habitacionais, Brasília, Transamazônica, Itaipu, etc... Nestes 96 anos tivemos três percalços, quando fraudamos o princípio de que não existe benefício sem contribuição; a criação do Funrural - sem contribuição, a instituição da contribuição sobre o inativo e a criação de outros seis Funrurais nos últimos dez anos - com contribuições de 50% e benefício de 100%, colocando em risco o futuro da previdência brasileira... o Presidente Temer com os seus 82% de rejeição deu a seu ministro da fazenda "chama o Meirelles" candidato a chefe do executivo com 1% de intenção de voto (na margem de erro à esquerda...) O INSS ficou à deriva, sem comando, sem ministério, sem ministro, navegando num mar de incertezas e desacertos... Os leitores deste admirável Jornal (JC) é bom que fiquem sabendo que o INSS vem sofrendo todas as consequências e baixarias do jogo político partidário... Logo o INSS que é um órgão que arrecada R$ 450 bilhões por ano e paga R$ 600 bilhões (usando a receita sobre a folha e os recursos da seguridade social) somos a maior distribuidora de rendas do país, a maior seguradora social da América Latina. Em 70% dos 5.700 municípios, os gastos do INSS são maiores que as transferências do FPM... atendemos mais 35 milhões de beneficiários. Temos déficit, sim! Mas temos mais de R$ 500 bilhões de créditos...