Nacional

Fim de ano: comércio paulistano mantém tradição de soltar balões


| Tempo de leitura: 1 min

Estadão Conteúdo
Soltura dos balões no Pátio do Colégio, região central da capital

Mais de 50 mil balões coloridos biodegradáveis foram aos céus no final da manhã desta sexta- feira (28) no Pátio do Colégio, no Centro de São Paulo, como parte de uma tradição realizada em todo último dia útil do ano. A ação é promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A entidade realiza o evento há praticamente 1/4 de século, 25 anos, sempre no último dia útil do ano.

Nas décadas de 70 e 80 os escritórios dos arranha-céus paulistas tinham a tradição de lançar às ruas papéis-picados. Ocorre que a iniciativa foi sendo criticada pela sujeira que fazia em um mundo onde a preocupação ecológica é muito grande. Sem contar que os papéis picados, quando não devidamente recolhidos, entupiam os bueiros da capital que sofre, cada vez mais, com enchentes.

A cada ano, as cores e a imagens formadas pelos balões têm um tema. Em 2018, o evento aproveitou para lembrar o momento político, a união do Brasil, e as esperanças de recuperação econômica. Por isso as cores da bandeira brasileira, especialmente o amarelo.

OFFICE-BOYS

A tradição de soltar balões começou em 1991 com os office-boys que trabalhavam na ACSP. Em vez de papeis, o grupo soltou 100 balões. Em 1993, o número aumentou. Em 1994, quando a ACSP assumiu a organização oficial do evento, foram soltos cinco mil balões. Quando o número chegou a 20 mil balões, a festa passou a ser realizada no Pátio do Colégio, para facilitar a limpeza apesar de serem biodegradáveis.

Comentários

Comentários