Cultura

Rodrigo Vellozo lança 3º. álbum


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Divulgação
O cantor e músico Rodrigo Vellozo em foto de seu Facebook 

Rodrigo Vellozo entra em 2019 em plena divulgação de seu terceiro álbum, "Cada lugar na sua coisa". A faixa que dá nome ao disco é de autoria de Sérgio Sampaio.

O trabalho reúne 11 faixas, inclusive a primeira composição de Rodrigo, em parceria com o pai, cantor e compositor Benito di Paula, intitulada "You".

Nascido em São Paulo e criado no Rio de Janeiro, Rodrigo (que já se apresentou em Bauru, na Hípica, com Benito) é formado em piano erudito pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, em composição popular na Berklee School Of Music (Boston) e em teatro no Indac (São Paulo).

Lançou seu primeiro álbum, "Samba de Câmara", em 2009. O segundo, "Como é Bonito, Benito" (2013), foi um tributo aos quarenta anos de carreira do pai, com quem se apresenta em shows desde a infância.

O recente mergulho na carreira de ator de teatro ocorreu em peças como "Fricção" (baseada na obra de Plínio Marcos com direção de Kiko Marques), "Henrique V" (de William Shakespeare com direção de Diego Villar), "Senhor das Moscas" (a partir da obra de William Goulding e direção de Zé Henrique de Paula) e sobretudo no show solo "Trágico", que promovia uma mistura de teatro e música com direção de Renato Andrade.

O álbum "Cada Lugar Na Sua Coisa" é o resultado de um processo de troca que se estabeleceu de maneira muito natural entre Rodrigo, Marcus Preto e Alexandre Fontanetti.

A banda Cosmopolita, trazida por Fontanetti e formada por Zé Ruivo (teclados, órgão e piano elétrico), Gustavo Sato (baixo), Dani Andreotti (guitarras) e Bruno Tessele (bateria), trouxe frescor e possibilidades de criação, destacam os divulgadores.

'MODUS OPERANDI'

"Cheguei à conclusão de que eu devia usar uma banda já pronta. E aí eu chamei os meus amigos da banda Cosmopolita que tinham gravado um disco instrumental aqui no meu estúdio totalmente ao vivo. Coloquei o Rodrigo fazendo a voz e a banda fazendo tudo ao mesmo tempo, valendo. O grande diferencial desse disco é isso: o fato de a gente ter feito uma coisa completamente orgânica", diz Fontanetti.

O repertório foi formado a partir do encontro com Marcus Preto. "Foi um processo longo. A gente ouviu um monte de disco atrás de repertório, atrás de referência, atrás de material para formatar o que seria esse disco", resume Marcus. 

Para Rodrigo, o processo de gravação "foi o de entrar em contato com o mais pessoal e sincero que eu posso expressar através da minha voz. Exercício libertador". 

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