| Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil |
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| Após solenidade em São Paulo, Doria segue para Brasília para acompanhar posse de Bolsonaro |
A posse do novo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), hoje, deverá será mais curta do que as de seus antecessores. Mesmo assim, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, não haverá redução de efetivo policial durante a solenidade.
Apesar do pedido de Doria para a dispensa de batedores e da cavalaria, além da diminuição no número de viaturas em sua comitiva, a Secretaria de Segurança Pública afirma que haverá esquema especial de segurança por parte da Polícia Militar.
A cerimônia de posse deve começar às 9h, na Assembleia Legislativa do Estado (Alesp), localizada em frente ao Parque do Ibirapuera, zona sul da capital. Após solenidade enxuta, Doria segue de carro para o Palácio dos Bandeirantes, localizando no Morumbi, zona oeste da capital.
Nesse momento, haverá a transmissão do cargo, ocupado atualmente por Márcio França. Também serão nomeados os secretários. O trajeto entre os dois locais normalmente é percorrido em 15 minutos, sem trânsito. O ato do Palácio está marcado para às 10h e deve se encerrar às 11h.
Tradicional em todas as transições de poder, o coquetel para convidados foi dispensado. João Doria quer estar em Brasília para acompanhar a cerimônia de posse de Jair Bolsonaro.
ALTO ESCALÃO
O governo João Doria terá mais um membro do alto escalão do governo Michel Temer (MDB). Dessa vez, o convidado é o ex-presidente da Infraero (estatal que administra aeroportos), Antônio Claret de Oliveira, que presidirá o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo.
Ele, que renunciou ao cargo na Infraero há poucos dias, é o nono integrante do governo Temer chamado por Doria e chega com a missão de privatizar o sistema aeroviário paulista.
O oitavo anunciado foi o presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson de Souza, que chefiará um grupo três estatais, de diferentes áreas: a Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano), a CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços) e a Codasp (Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo).
Antes disso, Doria já havia chamado sete ministros e ex-ministros de Temer para fazer parte de seu governo. O último deles foi o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira Filho, que vai comandar a Investe SP, agência paulista de promoção de investimentos.
