| Ricardo Moraes/Reuters | |
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| Bolsonaro e Michele chegam ao Congresso Nacional |
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) iniciou discurso pregando união no País. "Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e a nossa tradição judaico-cristã", disse, durante leitura de discurso de posse, nesta terça-feira (1º), no Congresso Nacional.
Bolsonaro também aproveitou para agradecer novamente à equipe médica que o atendeu após o atentado, em Juiz de Fora (MG). "Primeiro, quero agradecer por estar vivo. Com humildade volto a essa casa, onde por 28 anos servi à Nação Brasileira. Volto a essa casa, não como deputado, mas como presidente da Republica Federativa do Brasil", disse.
Na ocasião, Bolsonaro retomou lemas fortes de sua campanha e defendeu que o País "volte a ser livre das amarras ideológicas", criticou o que chamou de "irresponsabilidade econômica" e prometeu combater a ideologia de gênero.
"Temos, diante de nós, uma oportunidade única de construir nosso País e resgatar a esperança dos nossos compatriotas. Enfrentaremos desafios, mas se soubermos ouvir a voz do povo, teremos êxito", disse.
Chegada no Congresso
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi recebido nesta terça-feira (1º), no plenário do Congresso, pelos convidados com gritos de "mito", aplausos, e muitos fizeram gestos de armas com as mãos.
Ao chegar ao Congresso, acompanhado da primeira-dama Michele Bolsonaro e do vice-presidente Hamilton Mourão, ele foi recebido pelos presidentes da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e senador Eunício Oliveira (MDB-CE). A entrada de Bolsonaro foi rápida.
Ele subiu a rampa, encontrou os parlamentares na entrada do Salão Negro e seguiu direto para o plenário. O ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou depois de Bolsonaro.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, também aguardavam Bolsonaro e foram cumprimentados pelo presidente eleito.
