Polícia

Segundo corpo enterrado na São Manoel está identificado


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Reprodução/Facebook
Anderson Santos Leal era natural de Uberlândia (MG)

Foi identificado pela Polícia Civil o segundo corpo encontrado enterrado na favela São Manoel, em Bauru, na última terça-feira (29). Anderson Santos Leal, 37 anos, foi reconhecido pelos pais, moradores da cidade de Catalão (GO), que estiveram nessa sexta-feira (1) na Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

De acordo com o titular da DIG, Cledson Nascimento, os pais receberam um telefonema da avó do filho de Anderson, que mora em Bauru, informando que um corpo com as mesmas tatuagens do filho deles havia sido localizado na cidade. O casal veio para Bauru e, no Instituto Médico Legal (IML), fez a identificação do filho.

Segundo os familiares, Anderson era dependente químico e veio para Bauru após conhecer pela Internet a mãe de seu filho, cuja família reside no Jardim Bela Vista, nas imediações da favela.

Os dois tinham uma relação com bastante conflitos, ainda de acordo com a família, e, ultimamente, Anderson, que era conhecido como "Mineirinho", não tinha residência fixa.

Após a formalização do auto de reconhecimento cadavérico e oitiva da genitora, o corpo foi liberado junto ao IML local para o sepultamento.

Anderson Leal era natural de Uberlândia (MG) e costumava cuidar de carros na região do Poupatempo, em Bauru. Ele deixa um filho de 3 anos.

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A Polícia Civil identificou o primeiro corpo encontrado enterrado na favela São Manoel na última quarta-feira (30). Danilo de Almeida Falconi, 36 anos, também foi reconhecido por familiares.

Conforme o JC noticiou, Danilo foi o primeiro corpo a ser encontrado, na noite de segunda-feira (28), enterrado na favela São Manoel.

Na tarde do dia seguinte, um outro corpo, reconhecido nesta sexta como sendo o de Anderson Santos Leal, foi localizado a cerca de 500 metros de distância do primeiro.

O primeiro corpo estava próximo às residências da comunidade e a um posto de combustíveis e o segundo, do lado oposto da avenida Comendador Daniel Pacífico, na altura da quadra 5 da rua Casimiro de Abreu, entre a linha férrea e o Córrego da Grama.

APURAÇÃO

A principal hipótese é de que as vítimas tenham sido executadas por dois comparsas em represália: uma por delatar à polícia atividades ilícitas de traficantes e outra por furtar drogas de um esconderijo.

A suspeita é de que eles tenham sido mortos entre a noite de quinta-feira (24) e a madrugada de sexta-feira (25).

A partir dessa data, a Polícia Militar começou a receber denúncias sobre a existência de dois corpos nas imediações da favela São Manoel.

O delegado Cledson do Nascimento informa que dois suspeitos já estão com prisão temporária decretada.

As identidades devem ser divulgadas pela Polícia Civil na próxima semana.

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