Novo governo do presidente Bolsonaro tem pontos positivos como privatizar estatais e desburocratizar o meio produtivo e incentivar o pequeno empreendedor.
Mas, até o momento, as iniciativas retrógradas avançam, como a ideia estapafúrdia de implantar ensino domiciliar no Brasil, pois sabemos que a maioria absoluta dos pais não possuem tempo e formação pedagógica pra ensinar o básico.
Lembrando que estatísticas comprovaram que mais da metade dos formados em faculdades brasileiras são analfabetos funcionais. Mas, por outro lado, será ótimo para formar uma casta de analfabetos e reforçar a mão de obra braçal, enquanto a elite e a classe média poderão matricular seus filhos em colégios particulares e o governo não terá despesas com professores e escolas.
Outra proposta é permitir que a fiscalização sanitária fique a cargo dos próprios frigoríficos, ou seja, estaremos sujeitos ao consumo de carnes e derivados já estragados ou com doenças, visto que a operação carne fraca da polícia federal realizada no ano de 2017 descobriu adulteração da carne envolvendo grandes empresas, agentes e o alto escalão de governo.
E, por fim, a proposta que libera agrotóxicos comprovadamente agressivos aos seres humanos e ao meio ambiente, desconsiderando que o Brasil é o maior consumidor desses venenos no mundo e os isenta de impostos e tributos.
Fácil concluir que o novo governo trabalha em prol da elite empresarial em detrimento da saúde do povo que terá suprimida a educação, alimentos saudáveis e oportunidades de crescimento, bem como esse planejamento a curto prazo trará prejuízos incalculáveis ao país a longo prazo e será maléfica para as exportações de nossas commodities.
Aguardemos a manifestação de parcela esclarecida da população para proporem formas civilizadas que conduzam a nação ao futuro e não a levem de volta ao passado.