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Falta de detalhes marca anúncio da morte de denunciante de João de Deus


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Sabrina Bittencourt, que coletou denúncias de abusos sexuais contra João de Deus, estaria sendo ameaçada por defensores do médium e criou o movimento Combate ao Abuso no Meio Espiritual (Coame), teve morte anunciada por ativistas e pelo filho nas redes sociais. Ela teria cometido suicídio em Barcelona.

A morte foi anunciada pelo filho Gabriel Baum e por Maria do Carmo Santos, presidente do grupo Vítimas Unidas, criado por mulheres abusadas pelo ex-médico Roger Abdelmassih, com quem Sabrina lutava para coletar provas e reunir vítimas para denunciar crimes sexuais.

Em nota, assinada por Maria do Carmo, o grupo Vítimas Unidas disse: "A ativista cometeu suicídio e deixou uma carta de despedida relatando os porquês de tirar sua própria vida. Pedimos a todos que não tentem entrar em contato com nenhum integrante da família, preservando-os de perguntas que sejam dolorosas neste momento tão difícil".

O filho Gabriel Baum confirmou a morte da mãe, que também estaria enfrentando grave problema de saúde, em uma rede social. "Ela não queria ser morta pelas quadrilhas nem pelo câncer. Minha mãe lutou até o final. Ela não desistiu. Ela só se libertou do inferno que estava vivendo", disse.

 

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