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| EE"Profª Célia Primo Calil" tem vários alunos aprovados em faculdades públicas e privadas |
Lucianópolis - Estudantes da Escola Estadual "Prof.ª Célia Primo Calil", em Lucianópolis (50 quilômetros de Bauru), se destacaram em vestibulares realizados por universidades públicas e particulares e processos de seleção para concessão de bolsas de estudos integrais e parciais em instituições de ensino privadas.
"Quero ressaltar a conquista de nossos alunos e digo conquista dos alunos, pois, apesar da dedicação e trabalho dos professores, o esforço dessa jornada também foi deles", ressalta a professora coordenadora da unidade, Danieli Contelli Xavier.
"Somos uma escola pequena de uma cidade com mais ou menos 2.500 habitantes, sendo uma parte da zona rural, e, neste ano, oito de nossos alunos foram aprovados em universidades públicas ou conseguiram uma bolsa pelo Prouni".
De acordo com a professora, entre os que obtiveram as melhores aprovações, estão a aluna Ana Lívia do Amaral, que classificou-se em terceiro lugar para cursar Odontologia na USP de Bauru e também foi aprovada em Psicologia pela Unesp.
Outros destaques, segundo ela, foram Emanuelle da Silva, aprovada em Fonoaudiologia pela Unesp e em Serviço Social pela Universidade Federal do Paraná, e Evellyn Akemi Cândido, que passou para a segunda fase do vestibular de Biblioteconomia na Unesp.
BOLSAS
Xavier releva que outros três estudantes foram selecionados com bolsas de estudo integrais do Programa Universidade para Todos (ProUni) - criado pelo Ministério da Educação em 2004 - para estudarem em instituições privadas de educação superior.
Uma delas - Ana Kelly Moreira Ferreira -, além da bolsa, foi aprovada em Artes na Universidade Federal do Paraná e em Artes Visuais na Universidade Federal do Oeste da Bahia.
Segundo a coordenadora, outras duas alunas - Amanda de Rezende e Aline de Rezende -, além de contempladas com bolsas de estudo de 50% do ProUni em faculdades particulares, também foram aprovadas em universidades públicas.
"Todos foram alunos de escola pública, com exceção da Evellyn, que nasceu no Japão e estudou conosco os três anos do ensino médio", diz. "Gostaríamos que isso fosse divulgado como forma de reconhecimento e também para estimular aqueles que acham que não têm oportunidades ou que não vão conseguir".
