Tribuna do Leitor

A versão britânica da Área 51

Professor Gilberto Sidney Vieira
| Tempo de leitura: 2 min

Nick Pope foi, durante 21 anos (1985-2006), um alto executivo no Ministério da Defesa da Grã-Bretanha. Entre 1991 e 1994 foi gestor do "Projeto Ufo" (investigação oficial). Todo evento ufológico ocorrido em qualquer região do Reino Unido era reportado sigilosamente ao Centro de Processamento de Dados em Corsham, na vetusta mansão Rudloe. É uma gigantesca edificação situada na zona rural da Inglaterra. Existe por baixo do prédio uma verdadeira cidade subterrânea, formada de túneis e mais túneis. No começo da investigação ufológica Nick era um cético, mas paulatinamente os ufos foram se tornando para ele uma realidade, não uma fantasia. Em 2006 ele pediu exoneração do cargo no Ministério. Todos os casos, analisados meticulosamente por ele, tinham sempre uma explicação convencional por parte dos superiores hierárquicos. Ele houve por bem escrever uma autobiografia com ênfase nos estudos dos ufos num livro intitulado: "Céus abertos, mentes fechadas.

O Ministério tentou obstar a publicação. Mas uma ordem judicial autorizou a publicação, com respaldo na Lei de Liberdade de Informação , aprovada pelo Parlamento Britânico. O livro também foi editado em português , no Brasil. Foi Nick quem tornou público, após deixar o Ministério, que a vetusta mansão Rudloe nada mais é que uma versão britânica da famigerada Área 51 (no deserto do Arizona, nos EUA). Tanto a base secreta nos EUA como a base secreta na Inglaterra, praticam a engenharia reversa com ufos caídos. Em 2010, sob pressão da opinião pública da Inglaterra, o Ministério da Defesa admitiu oficialmente a existência de túneis e mais túneis sob a mansão Rudloe. Mas o Ministério omitiu-se quanto à prática de engenharia reversa com ufos caídos. Na página 173, na edição brasileira, do livro: "Céus abertos, mentes fechadas", o padre jesuíta George V. Coyne (hoje com 86 anos de idade), doutor em Astronomia, que foi Diretor (por 18 anos) do Observatório Astronômico do Vaticano, nos EUA, no Monte Graham, no Arizona, nos brinda com esta declaração bombástica: "...não vejo razão para que os ETs (caso eles existam) não possam ser batizados ou recebidos na Igreja Católica. Afinal, grupos de missionários católicos (como os jesuítas) passaram séculos desbravando toda sorte de perigo, para converter pessoas de diferentes culturas e raças, que devem ter parecido a eles tão alienígenas quanto os "greys" são para nós..."

 

Comentários

Comentários