Bom dia a todos os leitores do querido JC. Permita-me a concordar com a carta de Daniel Marques, neste espaço, no dia 5 de março, mas ao mesmo tempo discordando em parte. Realmente o neto do lularápio nada tem a ver com o tragédia que o levou a óbito. Mas, em um análise mais profunda, podemos sim culpar o seu avô.
Vejam bem, segundo a mídia anunciou, a vacina contra a doença que o vitimou deveria ser ministrada em mais de uma dose para todos indivíduos do país. O sistema de saúde infelizmente, por falta de verba, deixou de ministrar essa 2ª dose gratuitamente, forçando a cada um procurar adquiri-la no mercado, o que viria a custar aproximadamente R$ 1.000,00.
Vamos então localizar a culpa do presidiário. Primeiro, a sua família teria condições de arcar com essa 'pequena' despesa para proteger os seus. Segundo, se o governo passado não tivessem extraviado enormes 'carregamentos' de dinheiro, tanto para construções de benfeitorias em outros países como também para 'rechear' os seus próprios bolsos, razão pela qual o avô está preso em Curitiba, e outros também do mesmo 'sistema' estão, haveria recursos para saúde, salvando o seu neto e outros tantos netos país afora.
Portanto, já passou da hora de classifica-lo como inocente, precisamos sim, classifica-lo como um bandido que deve ser punido à altura dos seus crimes, que não foram poucos. E, voltando ao seu inocente neto, realmente ele não é o culpado... mas Deus, em sua sabedoria, sabe aonde e como deve 'repreender' aqueles que vivem fora da lei.