Uma psicóloga de RH uma vez me confidenciou que era comum numa simulação em grupo, quando alguns candidatos estavam do lado de fora da roda que articulava alguma situação, ficarem aflitos, querendo dar palpites. Davam dicas para os que estavam querendo achar soluções e que na hora não vinham.
Quando faziam um rodízio, aqueles que eram os mais afoitos do lado de fora, dentro muitas vezes não sabiam articular. Não sabiam gerenciar o grupo e se engasgavam ao dar voz às suas propostas. Não queria dizer que eram incompetentes, apenas quando no comando se sentiam intimidados e fracos. Não sei porque me lembrei dessa história ao ver como o ministro da educação Ricardo Vélez Rodrigues vem articulando seu ministério.
Ele até pode ser competente, mas está se saindo péssimo dirigente. Está na hora de trocá-lo, presidente Bolsonaro.