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| Barragem será construída na região da Cachoeira Véu da Noiva pela Sabesp no Rio Pardo |
Botucatu - A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) realizou nesta quinta-feira (4) a licitação da obra de construção da Barragem do Rio Pardo, que será construída em Botucatu (100 quilômetros de Bauru). No total, cinco empresas foram habilitadas para participar da concorrência. A vencedora foi a DP Barros Pavimentação e Construção LTDA, que apresentou oferta de R$ 44.300.000,00.
O contrato prevê execução de canal de desvio, barragens de terra e de concreto, vertedouro de concreto, canal de restituição do vertedouro e galeria de desvio, além de acompanhamento e desenvolvimento técnico de obras, plantios de árvores nativas, enchimento do reservatório e elaboração e execução do programa de gestão ambiental e do plano de controle ambiental das obras junto a órgãos competentes.
Por meio da assessoria de imprensa, a Sabesp informou que as participantes têm até 11 de abril para apresentarem recurso. Conforme divulgado pelo JC, no dia 12 de fevereiro, o prefeito de Botucatu, Mário Pardini, e o presidente da Companhia, Benedito Braga, assinaram um aditivo transferindo para a empresa a responsabilidade pela construção da Barragem do Rio Pardo, obra estimada em R$ 42,7 milhões.
A transferência contou com o aval da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp). A Prefeitura de Botucatu diz que a barragem garantirá a autossuficiência no abastecimento de Botucatu nas próximas décadas. Desde junho de 2017, Pardini vem adotando medidas para viabilizar a obra. A previsão é de que a ordem de serviço para o início da construção seja expedida neste ano.
ETAPAS
No fim de dezembro de 2018, a prefeitura garantiu junto ao antigo Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal a carta de crédito do financiamento do valor da obra, orçada em R$ 42,7 milhões. A assinatura do contrato só foi possível após o cumprimento de diversas etapas, como autorização da Câmara para que o município buscasse financiamento; enquadramento da obra no orçamento do Ministério das Cidades; análise de crédito pela própria Caixa e aprovação da Secretaria do Tesouro Nacional.
