Somos violentos? Nascemos violentos? Ou somos transformados pelo meio? Espelhamos em jogos violentos na busca da violência ou tudo não passa de mera fuga?! Como aceitar e conviver com essas mudanças de comportamento pessoais, regada pelo ódio, crueldade e vazio!
Do nada, destruímos vidas, sonhos e realizações, em nome da violência dominante. Quando distanciamos do princípio do amor ao próximo, do amor do Pai, por todos nós, batemos de frente com o vazio e escuridão de mentes perturbadas pela falta de amor. Deparamo-nos com mentes desequilibradas, que buscam na violência sua forma de vida, achando-se vítima da sociedade.
Uma sociedade que parece trilhar por caminhos escuros e cheios de armadilhas, rumo às trevas, do distúrbio social, que modulam as mentes, para o ódio e violência! A quem interessa uma sociedade distante e distanciada do principio do amor, da família, do berço, da figura do pai, mãe, e de Deus!
O teclado é cheio de teclas, são tantos toques e retoques que o emaranhado encurta o caminho e aumenta o vazio na convivência humana! Por que tanta violência? Será mais um modismo? Mentes tão jovens propagando o ódio.
Ódio, crueldade, que nos fazem pensar e refletir: não aprendemos nada, Pai! Mulheres vítimas da possessividade, da propriedade, do machismo e do comportamento doentio! É triste e, com tristeza, vemos a violência dominando os noticiários em detrimento ao bem! Quem precisa de arma?!
Vamos nos despir, deixar a violência do lado de fora de nossas vidas e buscar no amor o convívio pacífico para dar um basta em tamanha violência! O amor é sublime e o melhor caminho contra todo e qualquer forma de violência...