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Renan Torres, judoca do Sesi Bauru, diz ter estudado muito o rival equatoriano

JCNET
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Judoca do Sesi Bauru, o paranaense Renan Torres, 20 anos, ainda recebe os elogios pelo ouro conquistado para o Brasil nos Jogos pan-Americanos de Lima, quinta-feira, na categoria até 60 kg, conforme noticiou o JC. Mas nada caiu do céu. Para conquistar o feito, Renan estudou muito o adversário.

E não era qualquer um. O equatoriano Lenin Preciado, que ficou com a prata, era o atual dono do título. "Eu já tinha perdido para ele [Preciado] uma vez, mas entrei mais forte. Estudei bastante ele, estava bem confiante. Foi uma luta dura".

Foi a primeira participação de Renan em um Pan. "É uma emoção diferente. Jogos Pan-Americanos é totalmente diferente para mim. É muito legal isso", comemorou o atleta, número 90 do mundo. Lenin Preciado era o 18º.

"Não caiu muito a ficha ainda. Estava um pouco nervoso por ser os Jogos. Mas minha cabeça estava bem focada, e eu tentei pensar como se fosse só mais uma competição na minha vida", comentou Renan, agora, em seu período de reflexões sobre o grande triunfo.

ANTES

Ele iniciou sua participação contra o americano Adonis Diaz e vencia por um waza-ari quando viu o rival empatar a poucos segundos do fim. Mas o que poderia ter sido um momento de desestabilidade, tornou-se superação para Renan, que conseguiu encaixar um golpe e vencer o primeiro confronto da noite.

Em seguida, na semifinal, o atleta encontrou o cubano Roberto Almenares e mais uma vez, com sabedoria, soube guiar a luta. Imobilizando o rival, o judoca do Sesi-SP venceu e garantiu sua vaga na grande final contra Lenin Preciado (o respeitado campeão dos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015).

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