A Netflix tem disponível a série "Resurrection Ertugrul", que conta a história do líder e guerreiro Ertugrul, da tribo turcomana Kayi, e pai de Osmã, que viria a ser o fundador do Império Otomano em 1299. Baseada em fatos reais, a história começa no início do século 13. Na península da Anatólia havia espalhadas várias tribos turcas de diferentes subgrupos (Seljúcidas, Oguzes, ...), que costumavam migrar em busca de áreas férteis, e muitas vezes obrigadas a travar guerras pelo controle das terras e do comércio, com invasores bizantinos, mongóis e templários.
O Estado unificado dos Turcos ainda não existia, mas já era um desejo das tribos e, embora maioria, o povo turco não tinha unidade de postura e de pensamento. Daí surgiu o líder tribal, Ertugrul, com a visão de que, para conquistar a Anatólia e criar um Estado Turco, só seria possível com a união das tribos, somando forças para vencer os invasores. Foi difícil Ertugrul conseguir unidade, pois havia vários fatores que atrapalhavam, inclusive intrigas alimentadas pelos próprios invasores, para provocar divisões e enfraquecer a união. Além disso, muitos turcos eram também seduzidos por uma postura mais pacifista, achando que o melhor era buscar a paz a qualquer preço, evitando o confronto armado.
Ertugrul retrucava que isso não passava de uma ilusão, pois "esta postura era o mesmo que aceitar passivamente a 'coleira' que queriam nos colocar". Segundo ele, a paz deveria ser conquistada através de uma luta incessante, baseada na justiça e tradições turcomanas, fundamentadas na religião islâmica. Não foi fácil, pois a desunião nas tribos era grande envolvendo egos, interesses políticos e comerciais, e muita corrupção. Depois de bastante confusão, traições, lutas e mortes, as ações de Ertugrul foram vitoriosas e ele é hoje reverenciado como um dos heróis na criação do Estado da Turquia. Nesta história, vejo muita semelhança com o que acontece hoje no Brasil, mas quem pretende nos dominar não são "bizantinos ou mongóis" e sim invasores aparentemente invisíveis, mais difíceis de detectar e combater. São ideologias estranhas para implementar o "socialismo", trazidas por partidos de esquerda, como o PT, com apoio extramuros via Foro de São Paulo. Estranho insistirem, pois esse sistema não deu certo em nenhum lugar!
Outro fato semelhante com a época de Ertugrul, são as intrigas, mentiras e ameaças, como acontece hoje no Brasil, e isto acaba gerando um medo que algumas pessoas passam a ter de participar do jogo político, como o combate aos invasores - mongóis ou ideologias -, preferindo ficar quietas pensando que, assim, seriam poupadas e a paz cairia do céu só pra elas. Pura ilusão pois, se estes partidos de esquerda novamente tomarem o poder, o estrago que vão causar seria ainda maior do que já causaram, e ninguém seria poupado. Uns 3 meses antes da última eleição presidencial, eu também tinha restrições a Bolsonaro, pelo seu jeito às vezes até meio grosseiro. Ele era novidade e não tínhamos muita certeza no que poderia dar, mas fui percebendo que o "modo Bolsonaro de ser" estava mais para indignação do que acontecia, e que também seu discurso era espontâneo e rompia com os fingimentos, coincidindo com aquilo que queríamos ouvir. O PT continuava o mesmo: mentindo e intimidando chegando ao absurdo de dizer que queria salvar o Brasil, justamente ele que tinha acabado de destruir! Com o perigo do PT se aproximando, comecei a achar que Bolsonaro poderia ser o "cara", pois na campanha já estava combatendo o PT sem medo, exalava credibilidade ao falar do que ia fazer colocando publicamente o dedo nas feridas, e já mostrava firmeza de propósitos para governar o Brasil. Além de que já estava também se cercando de pessoas de respeito como Paulo Guedes e Sergio Moro, entre outros. Apostei nele e não me arrependi!
Vejo Bolsonaro para o Brasil o mesmo que Ertugrul foi para a Turquia: o homem certo para o momento, em condições de colocar o País nos trilhos e combater os invasores ideológicos. Tal como Ertugrul, Bolsonaro também é um ícone da unificação, pois acabou estimulando uma massa significativa de pessoas, que percebeu não adiantar nada se esconder, e que a paz e o progresso não caem do céu, não vêm sozinhos, e sim conquistados com muita luta.
Para aqueles que ainda estão dormindo, acordem e ajudem esta corrente! E um bom caminho pra começar a participar são as redes sociais e ir às ruas quando necessário, pois os esquerdistas estão loucos para tomar conta de ambas. Mas, nas redes sociais, prepare sua paciência e habilidade, pois lá encontrará de tudo: verá grosserias de pessoas que tiram o sarro no "Bozo" e nos "coxinhas", mas verá também pessoas educadas com cultura melhor, que justificam suas ideias com argumentações interessantes. Venha, e ajude a fortalecer as redes, as ruas e o País!