Aposta
Na reunião da Comissão de Obras da Câmara, nesta terça-feira (20), os vereadores pediram agilidade nas intervenções previstas na rotatória da Praça Chujiro Otake, mais conhecida como 'Relógio de Sol'. Alguns parlamentares entendem que a obra pode acabar sendo até mesmo a principal marca do prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD) no trânsito, caso melhore o acesso para a Independência e Falcão.
Prioridade
O secretário de Obras, Sidnei Rodrigues, afirmou que inicialmente a programação é entrar com os trabalhos na praça apenas no ano que vem. Os vereadores Markinho Souza (PP), líder do governo, e Manoel Losila (PDT), presidente da Comissão de Obras da Câmara e que tem sua base de atuação naquela região, pediram que o prefeito reavalie a ordem das obras previstas e coloque como prioridade para o final deste ano.
Duas obras
Na avaliação de Markinho, duas obras de custo pequeno transformarão o trânsito em Bauru, se forem realizadas. A primeira é a mudança prevista nesta praça. A outra, a construção de uma ponte no Rio Bauru, na avenida Nuno de Assis, para permitir a mão dupla no viaduto Nicola Avallone Jr., o Falcão-Bela Vista, aliviando o tráfego no Centro, Rodrigues Alves e Pedro de Toledo.
Empréstimo
Na noite da última segunda-feira, Gazzetta se reuniu com parte da base aliada para tratar do empréstimo que pretende pedir, de mais de R$ 45 milhões, conforme o JC antecipou no mês passado. A proposta é comprar máquinas, fazer o recape de diversas vias e modernizar os quatro distritos industriais. Parte dos vereadores da situação deram indicativos de que estão dispostos a aprovar.
Osso duro
Já na oposição o prefeito terá vida difícil. Os vereadores Coronel Meira (PSB) e Chiara Ranieri (DEM) já se posicionaram contra um empréstimo desse porte, a ser pago por pelo menos dez anos. O pedido precisa de aprovação da Câmara. Mesmo entre os aliados, foram feitos alguns questionamentos a Gazzetta, como a capacidade de pagamento.
Arrastado
Se no empréstimo a Câmara dá o recado de que pode ao menos discutir, no novo organograma a situação é mais complicada. O projeto de lei está parado na Comissão de Justiça, com inúmeros pontos considerados problemáticos pelos parlamentares. O vereador Sandro Bussola (PDT) deve chamar audiência pública para discutir o tema.