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Aberto estudo para privatizar nove novas empresas


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Brasília - O pacote de privatizações do governo federal, que inicialmente previa a oferta de 17 companhias estatais, foi apresentado em parte, na tarde desta quarta-feira (21). Nove companhias foram listadas dentro do programa de desestatização: ABGF, Emgea, Serpro, Dataprev, Ceagesp, Codesp, Ceitec, Telebrás e Correios.

O anúncio dentro do Plano Nacional de Desestatização (PND), foi feito nesta quarta-feira (21) com os ministros chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. O governo abriu estudos ou atualizou normas para que os Correios e mais oito companhias da União sejam privatizadas (total ou parcialmente) ou firmem parcerias com a iniciativa privada.A decisão ocorreu depois da 10ª reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Casa Civil. O secretário especial de Desestatização, Salim Mattar, e a secretária especial do PPI, Martha Seillier, também participaram do anúncio que mostrou o escopo de projetos que deseja conceder à iniciativa privada, incluindo presídios e parques nacionais como Lençóis Maranhenses e Jericoacoara. O evento anunciou políticas de fomento na área social, informou o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) no Palácio do Planalto.

QUEM ENTRA

Além dos Correios, o governo decidiu abrir estudos para privatizar a Telebrás, o Porto de Santos, a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Também foram abertos processos de desestatização da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores (ABGF), da Empresa Gestora de Ativos (Emgea), do Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) e da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp).

O governo ainda faz estudos para decidir se privatiza a Petrobras, afirmou o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) nesta quarta-feira (21) (leia acima). A possibilidade de venda da empresa fez os papéis da petrolífera subirem quase 6% na Bolsa brasileira nesta sessão.

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