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Investigação no Rio começa com atraso

Agência Brasil
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Rio de Janeiro - Com um dia de atraso, os peritos da Polícia Civil constataram neste sábado (15)  que o incêndio que matou 11 pessoas na última quinta-feira (12) no Hospital Badim, no Rio de Janeiro, começou no gerador de energia da unidade. Eles estiveram no subsolo do prédio incendiado e recolheram peças do equipamento. A perícia era para ter começado na sexta-feira (13), mas ficou prejudicada porque o local estava inundado pelos trabalhos dos bombeiros para conter o fogo. Foi preciso esperar mais de 24h para começar a peritagem.

Segundo os peritos, é preciso, no entanto, esperar que a empresa responsável pela manutenção dos geradores retire uma peça específica do equipamento. Essa peça será levada ao laboratório do Instituto de Criminalística Carlos Éboli, da Polícia Civil, e analisada, para que se conheça a causa do incêndio.

"Sabemos que o problema foi no gerador. Vai ser feito um estudo mais aprofundado para saber a manutenção e como se deu esse problema, que gerou o incêndio", disse o delegado responsável pela investigação, Roberto Ramos, da Delegacia da Praça da Bandeira (18ª DP).

Segundo ele, ainda não é possível apontar responsáveis pelo incêndio e será preciso colher depoimentos. "Inicialmente, nossa preocupação era constatar essa perícia de maneira eficaz. Pessoas serão ouvidas na segunda-feira", afirmou. "Vamos ouvir todo mundo que for necessário para as investigações".

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