O documento ainda cita como desvio de conduta "apresentar ideias, opiniões e preferências pessoais" como se fossem da administração pública, do órgão de trabalho ou de colegas "com conteúdo que reduz a confiança e o clima de colaboração". Também é considerado falha "praticar ou tolerar" assédio moral ou sexual em ambientes de trabalho e fazer "bullying" com violência física ou psicológica, por meio de provocação que causem constrangimento por tratar de deficiências, características ou erros dos servidores.
A exemplo do código de ética, há incentivo para que funcionários façam denúncias contra irregularidades nos locais de trabalho, mesmo contra chefes. Além de publicar o decreto, o governo deve lançar manual e uma campanha em redes sociais.