Política

Comissão eleitoral do Conselho Tutelar considera recursos improcedentes


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Além das denúncias envolvendo candidatos ao Conselho Tutelar, que disputaram vagas em pleito realizado no último domingo (6), a comissão eleitoral recebeu também quatro recursos envolvendo questões como contagem de votos e quantidade de nulos e brancos. Após checagens baseadas em número de assinaturas e quantidade de pessoas que entraram na sala, por exemplo, todos eles foram considerados improcedentes, informa Andréa Ferreguti, presidente da comissão.

Ela participou, nesta sexta-feira (11) pela manhã, de nova reunião, quando toda a documentação entregue foi organizada. O posicionamento da comissão em relação aos recursos será publicado, na próxima semana, no Diário Oficial do município. Não será diferente quando houver um desfecho para as três denúncias formuladas por seis denunciantes (mais de um denunciou apontou o mesmo problema) contra candidatos eleitos.

Um dos casos sob investigação diz respeito ao uso da máquina pública. Um servidor público municipal teria usado e-mail da secretaria da Educação para fazer propaganda. Em outro caso, a denúncia aponta para formação de chapa entre candidatos, sendo que o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) veta campanha conjunta para conselheiros tutelares. Há queixa ainda sobre abuso religioso.

“Agora estamos marcando oitivas para a próxima semana. Em alguns casos, pedimos esclarecimento por escrito para juntada da documentação e para fecharmos o parecer”, acrescenta Andrea. Segundo as expectativas dela, a conclusão desse processo deve levar mais de uma semana.

Conforme o JC veiculou, a chance de três conselheiros perderem o mandato é mais concreta porque tanto o Ministério Público quanto Comissão Especial Eleitoral do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente receberam documentos, que podem ser entendidos como prova.

Além das denúncias envolvendo candidatos ao Conselho Tutelar, que disputaram vagas em pleito realizado no último domingo (6), a comissão eleitoral recebeu também quatro recursos envolvendo questões como contagem de votos e quantidade de nulos e brancos. Após checagens baseadas em número de assinaturas e quantidade de pessoas que entraram na sala, por exemplo, todos eles foram considerados improcedentes, informa Andréa Ferreguti, presidente da comissão.

Ela participou, nesta sexta-feira (5) pela manhã, de nova reunião, quando toda a documentação entregue foi organizada. O posicionamento da comissão em relação aos recursos será publicado, na próxima semana, no Diário Oficial do município. Não será diferente quando houver um desfecho para as três denúncias formuladas por seis denunciantes (mais de um denunciou apontou o mesmo problema) contra candidatos eleitos.

Um dos casos sob investigação diz respeito ao uso da máquina pública. Um servidor público municipal teria usado e-mail da secretaria da Educação para fazer propaganda. Em outro caso, a denúncia aponta para formação de chapa entre candidatos, sendo que o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) veta campanha conjunta para conselheiros tutelares. Há queixa ainda sobre abuso religioso.

“Agora estamos marcando oitivas para a próxima semana. Em alguns casos, pedimos esclarecimento por escrito para juntada da documentação e para fecharmos o parecer”, acrescenta Andrea. Segundo as expectativas dela, a conclusão desse processo deve levar mais de uma semana.

Conforme o JC veiculou, a chance de três conselheiros perderem o mandato é mais concreta porque tanto o Ministério Público quanto Comissão Especial Eleitoral do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente receberam documentos, que podem ser entendidos como prova.

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