"Poemas eu faço assim, como quem se levanta, inda manhãzinha... e vai seguindo estrada afora... apanhando os frutos maduros... um verso solto na mão (como um fruto que se oferece à boca)". Assim Luiz Vitor Martinello justifica suas rimas (ou não). Um pouco da vida pessoal desse professor e as suas "andanças poéticas" estão na entrevista da semana deste domingo.