Felicidade: ninguém tem a receita, porém, cada um tem uma. Para mim, felicidade é vivenciar só os problemas inevitáveis. Mas o que se vê, na prática, é o acúmulo de problemas evitáveis, procurados gratuitamente pelo ser humano dentro da batalha existencial.
Os problemas, inevitáveis apesar da profundidade, são raros. A vida, na sua generosidade, nos poupa bastante sua reprodução. Ao caso que os problemas evitáveis são sedutores descuidos da mente humana, na sua busca de autenticidade vivencial. É algo negativo, que nosso psíquico procura com facilidade, para atormentar seu cotidiano.
Outra receita, é que devemos ser felizes, na simplicidade e de acordo com o nosso poder aquisitivo. Conheço um colega que é feliz quando tem dinheiro para comprar pilha que funciona seu rádio, para ouvir jogo do Cruzeiro.
Ao abaixarmos nosso ideal de felicidade, a vida trará na sua acidez potencial vigoroso de adoçamento da existência. O importante é sermos felizes dentro das obrigações cotidianas.
Pensar grande e perceber que a felicidade está em processo evolutivo continuo.
Não igualar os dias e diferenciar, com introdução sequencial de que os sonhos, são colunas que sustentam o peso da realidade enfrentada. Estes fragmentos utópicos, fabricado com inteligência, dentro da rotina até se transformar em obras faraônicas totalizando o apogeu das lutas diárias.
Cultive seu canteiro da felicidade.
Plante só otimismo e se inseticida não der conta de arrancar os frutos contaminados pelo ceticismo, desilusão e comodismo arranquem com força do fundo do seu psíquico ou então semeei em novo canteiro, onde as fertilidades das terras sejam ideais e as experiências anteriores irão fabricar uma safra selecionada de frutos pungentes e saborosos adocicando a vida.
Felicidade está na porta do seu sol diário. Clareia sua mente de positividade e se seus amanheceres é um tormento, saia desta crueldade masoquista, pois a vida é uma obra inacabada, onde nós construtores inteligentes temos o direito de iniciar nossa existência ao nosso jeito a cada amanhecer. Basta, com sutilezas, empurrar a porta e infiltrar dentro sonhos que serão como uma locomotiva no trilho de sua história vivencial.