Esportes

Tentando entender eliminação no Paulista, Vôlei Bauru já pensa na Superliga

Thiago Navarro
| Tempo de leitura: 2 min

Há exatamente um ano, o Sesi Vôlei Bauru comemorava a conquista do principal título de sua trajetória, o Campeonato Paulista, ao vencer o Osasco na final e terminar a competição de forma invicta. Hoje, o sentimento é outro. A equipe buscava o bicampeonato e vinha dando mostras de que chegaria novamente à final, após terminar a primeira fase na liderança e derrotar o São Paulo no primeiro jogo da semifinal. Estava invicta, mas no segundo jogo, no último sábado (2), a equipe perdeu em casa para o São Paulo por 3 sets a 0, e depois também foi derrotada no Golden Set, dando adeus ao sonho do bicampeonato.

Torcida, elenco, comissão técnica e direção do clube ainda tentam assimilar a queda precoce, uma vez que o planejamento era chegar novamente à final. Sem muito tempo para lamentar, o Sesi Bauru já retomou os treinos, e terá uma semana para corrigir falhas para estrear na Superliga, na próxima terça-feira (12), contra o Pinheiros, às 20h, fora de casa. O primeiro jogo no ginásio Panela de Pressão ocorre no dia 15 de novembro, às 19h30, contra o Curitiba.

O presidente do Vôlei Bauru, Reinaldo Mandaliti, afirma que comissão técnica e elenco seguirão para a competição nacional sem previsão de contratações ou saídas de atletas. "Sempre após as competições converso com a comissão técnica e as atletas, não atingimos a final, que era o esperado, e agora temos que começar a pensar na Superliga. Acreditamos nesse elenco, temos como fazer mais, a montagem foi bem feita e o que aconteceu é algo que pode ocorrer no esporte, do outro lado tinha uma boa equipe, que é o São Paulo, e o nosso time dessa vez não jogou, é algo que acontece, mas sabendo que precisa evoluir mais", pondera.

REGULAMENTO

Ainda de acordo com Mandaliti, o Sesi Bauru vai propor para a Federação Paulista de Voleibol (FPV) que os playoffs da competição aconteçam em melhor de três jogos, como ocorre na Superliga, e não mais em apenas duas partidas com a decisão no Golden Set caso cada time vença um jogo. "Sempre defendemos a realização de três jogos. Se o time faz um jogo ruim, é muito difícil recuperar isso no Golden Set. O terceiro jogo pode acontecer até no dia seguinte ao segundo, por uma questão de logística, mas seria o ideal. É algo que vamos colocar para a federação no ano que vem. O campeonato pode começar um pouco antes, tem espaço no calendário para ajustar", frisa.

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