Internacional

Forças chilenas atacaram manifestantes

Reuters
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Santiago - Com aval de seus comandantes, policiais e soldados chilenos realizaram ataques "generalizados" contra pessoas que protestavam contra a desigualdade com a intenção de "puni-las e feri-las", afirmou a Anistia Internacional em um relatório publicado nesta quinta-feira.

Erika Guevara Rosas, diretora do grupo nas Américas, disse à Reuters que sua equipe investigativa, enviada ao país para analisar alegações de força excessiva e violações de direitos humanos cometidas pelas forças de segurança, encontrou indícios de abusos que não costumam ser vistos fora de nações latino-americanas conturbadas, como Venezuela, Nicarágua e Honduras.

Ela disse que a equipe ficou "chocada" por encontrar tais indícios no Chile.

MORTES 

A Anistia disse ter confirmado cinco mortes além de indícios críveis de manifestantes atingidos com munição letal, abusados sexualmente, torturados, espancados e atropelados.

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