Ontem, sexta-feira, por volta do meio-dia, me dirigi a um restaurante de Bauru para almoçar. Escolhi a comida que eu ia comer, sentei-me e me pus a comer, ao lado de um casal de mais ou menos 35 anos de idade, obesos e, em frente a eles, a filhinha, uma garotinha de mais ou menos 7 aninhos de idade, deveras parecidíssima com a minha netinha Natalia.
Em menos de 15 minutos a garotinha foi agredida covardemente 3 vezes pelo seu pai, por motivos fúteis, é lógico. Encarei o sujeito, peguei o meu celular e liguei no 190.
O agressor fugiu imediatamente do local e a mãe, com a maior cara de pau, disse que a filha era dela e ela a educava da maneira que bem entendesse. Nada disso! Isto não é educação, e sim agressão, e enquanto eu conversava com o 190, eles se evadiram do local.