Jerusalém - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, enfrentou pedidos para que renuncie devido a um escândalo de corrupção nesta sexta-feira (22), quando membros do governo declararam apoio ao premiê após o surgimento de sinais de discórdia dentro de seu partido.
Netanyahu disse que não deixará o cargo, mesmo depois de ser indiciado por suborno, violação de confiança e fraude -- acusações apresentadas na véspera pelo procurador-geral israelense.
O líder de 70 anos do partido Likud, de direita, nega qualquer irregularidade e rejeitou o indiciamento --o primeiro contra um premiê israelense no cargo-- por vê-lo como uma "tentativa de golpe". Ele diz que não renuncia.