Além de expectador, ouvinte e leitor das suas matérias, tive o privilégio de ter sido entrevistado pela inesquecível Kitty Balieiro, uma preciosidade como profissional e como personalidade humana. Lá se vão quase 20 anos. Conheci a Kitty por volta de 1996/97.
A serviço da Unesp, por sugestão junto à Reitoria de Anna Maria Martinez Corrêa, eu iniciava os procedimentos para organizar o Arquivo Ferroviário, recuperando e classificando toda a documentação da antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, até então amontoada em depósitos.
Com o auxílio de antigos alunos da Unesp e USC, conseguimos higienizar os documentos e colocá-los à disposição do público a partir de 1995.
Jornalista e repórter de televisão, Kitty Balieiro logo chegou ao Arquivo para uma reportagem que retenho até hoje na memória visual e auditiva. Profissional inesquecível, nos enfoques flagrando o papel histórico da ferrovia, e na sensibilidade crítica para lamentar e condenar o progressivo descaso dos poderes estadual e federal.
Kitty Balieiro, presente!