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Risco de nova erupção impede buscas por desaparecidos

Charlotte Greenfield
| Tempo de leitura: 1 min

Whakatane  - Diante do risco de que o vulcão volte a entrar em erupção, equipes de busca não puderam chegar à Ilha Branca da Nova Zelândia, nesta terça-feira (10), para procurar por oito desaparecidos, e a polícia elevou o saldo de mortes da erupção do dia anterior para seis.

A polícia duvida que ainda se encontre sobreviventes e informou que a vítima mais recente morreu no hospital, sendo uma das mais de 30 pessoas que ficaram feridas na erupção na ilha desabitada, que é um ponto turístico popular. 

A agência neozelandesa de análise de riscos geológicos, GeoNet, elevou o nível de alerta do vulcão em novembro por causa do aumento da atividade vulcânica. A última erupção fatal do vulcão havia sido em 1914 e matou 12 funcionários de minas de enxofre.

Mas a cada ano passeios diários levam mais de 10 mil visitantes à ilha de propriedade particular, que é propagandeada como "o vulcão marinho ativo mais acessível do mundo".

A primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, disse que voos de reconhecimento não encontraram sinais de vida na ilha coberta de cinzas.

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