Pois é, sr. Adilson Roberto Gonçalves (coluna Opinião de 26/12). Como nós, brasileiros, somos mesmo um povo selvagem, não? Enquanto o sr. defende uma menina que está sendo feita de fantoche pelos tais "Globalistas", enquanto o sr. provavelmente defende um ser repugnante como Emanuel Macron, que já disse que "a Amazônia é nossa!", defende as tais ONGs que nada têm de boazinhas e não estão lá para preservar coisa nenhuma, o governo do "Fascista Bolsonaro" segue tentando se entender com essa escória mundial preocupada somente com as riquezas de "nossa " Amazônia!
E somos nós o único país do mundo com grandes incêndios florestais, certo? Eles não existem nos EUA, Canadá, na Austrália e até mesmo no nosso querido Portugal. Eles só acontecem nesse país que parece ter sido amaldiçoado pela burrice produzida por ideologias estúpidas de direita, esquerda e os que chamo de "conservinhas". Fica a pergunta: até quando o Brasil e a nossa sofrida América Latina continuarão se digladiando em ideologias imbecis e falando mal de alguém que pelo menos tenta fazer alguma coisa, tenta se entender com gente que todos acreditam que querem mesmo preservar a Amazônia?
Que vexame ambiental é esse, hein? Por acaso é o Brasil o maior poluidor do mundo? O sr. conhece a Amazônia ou só a conhece das telas de televisão ou revistas? Já conversou com um índio de verdade e não aqueles palhaços que se vestem de índio mas tem cara de alemães? Eles querem viver como nós vivemos e não como animais em um Zoológico, sabia?
O senhor poderia viver alguns anos na Amazônia como eu vivi (foram apenas 3 anos, mas de grande aprendizado) e aí quem sabe ao invés de defender uma menina mimada de uma País que dá tudo aos seus cidadãos até na hora da morte, mas que está em um continente apodrecido (Europa) e passar a conhecer melhor seu próprio povo, seu país e sua Amazônia!
Quem sabe não daria mais a menor atenção para um bando de ladrões internacionais e sua bibelô de luxo. Ponto final!