Quem vai a Whistler, encontra um mundo de possibilidades. Tem passeios em moto de neve, voltinhas de trenó puxados por cães, descidas de boia e tirolesa. Todo inverno a Whistler Olympic Plaza ganha uma pista de patinação gratuita. Até março, é possível se divertir deslizando (ou, ao menos, tentando) na praça ao ar livre; há onde alugar os patins.
Quer mais?
Village Stroll
Grande parte do charme de Whistler está no fato de ser um vilarejo, e não apenas uma estação de esqui. Tem um centrinho com ruas de pedestres (Village Stroll), cerca de 200 restaurantes, bares e cafés, um spa escandinavo com piscinas aquecidas ao ar livre, em torno de duas centenas de lojas e até bons museus. Some-se a isso o fácil acesso a partir de Vancouver e a qualidade do serviço encontrada num destino tão pequenino.
Novidades
Mais atrações aparecem a cada temporada. Nesta, a principal é a Vallea Lumina, experiência multimídia com luz, som, vídeo e cenografia. A caminhada pela floresta à noite convida o viajante a interagir com o ambiente, tocando e explorando a seu redor.
Depois do anoitecer
No fim do dia, ainda que tenha aproveitado apenas a parte não-esquiável de Whistler, curta o après-ski. A happy hour depois do dia na neve faz parte da cultura da montanha. Na base de Whistler, a Garibaldi Lift Company (GLC) é um lounge que atrai muita gente para ver o movimento, bebericando e beliscando Para um après-ski em clima de balada, vale visitar o Merlin's, bar encontrado na outra montanha da estação, a Blackcomb.
Spa
A tradição finlandesa de banho quente seguido por gelado, para aliviar a tensão muscular e liberar endorfina, exige apreço pelo choque térmico. Aos bravos, a promessa de sair do Scandinave Spa (scandinave.com) revigorados. A unidade fica a 1,5 km do centro do vilarejo - é fácil pedir um táxi para ir e outro para voltar. A empresa fornece o roupão, e o visitante deve levar roupa de banho e chinelos. Celular e bate-papo são proibidos.
Arte local
Com uma área de 5,2 mil metros quadrados, o Audain Art Museum (audainartmuseum.com) reúne 200 obras de arte. É surpreendente ver uma instituição desse porte numa cidade de apenas 12 mil residentes fixos. Aberto desde 2016, o Audain foca nos trabalhos de British Columbia, apresentando um passeio pela arte criada na província desde o século 18. A coleção permanente engloba de máscaras das Primeiras Nações a pinturas da modernista Emily Carr. Entrada a 18 dólares canadenses (R$ 55).