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Impressões ao dirigir


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A Hyundai optou por mudar tudo no novo HB20. No visual de forma evidente, mas na dinâmica de forma importante. As versões superiores são animadas com o motor 1.0 TGDI, turbo de injeção direta, que tem 120 cv de potência e 17,5 kgfm de torque, suficientes para tornar o hatch compacto ágil e rápido. As arrancadas e as retomadas não exigem maiores esforços do conjunto, que trabalha com um câmbio automático de seis marchas. O mapeamento do propulsor, no entanto, não busca um comportamento agressivo. Tanto que o zero a 100 km/h é feito em 10,7 segundos. No entanto, o propulsor do HB20 é extremamente suave e vibra pouco.

A nova plataforma até permitiria um comportamento mais agressivo. Ela ganhou em rigidez torcional, o que deixa o carro mais neutro, e ainda conta com um acerto de suspensão mais rígido que a geração anterior. Não pé dura a ponto de comprometer o conforto, mas deixou o hatch mais preciso, com um ótimo controle de carroceria. No caso da versão de topo, há um bom arsenal de segurança, levando em conta a categoria de atuação. São recursos como monitor de faixa de rolagem, frenagem de emergência automática, eficiente para parar totalmente o carro a até 50 km/h, seis airbags e controle de estabilidade e tração.

Na versão de topo avaliada, há o revestimento em couro nos bancos, que dá um adicional de requinte ao modelo. Falta, porém, alguns pequenos confortos, como ar-condicionado automático - o do HB20 tem apenas um visor digital, mas o controle é analógico. O novo painel, que combina mostrador analógico do conta-giros com velocímetro digital, ficou limpo e de fácil leitura, mas ficou um tímido. A central multimídia em parte compensa isso. A tela "touch" de 8 polegadas fica numa posição que privilegia o acesso do motorista - que não tem de desviar muito os olhos para fazer uma consulta.

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